sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Crônica de um guerreiro

 
Acordei, abri os olhos e comecei a pensar no abismo que é o sistema prisional, uma legião de seguidores sem identidade; filho sem mãe e sem pai, mas é velho conhecido nas principais passagens biblicas. Ora! Se nossa constituição não reconhece nossa corporação, nosso livro sagrado faz referências sobre as prisões.
O lado obscuro e a subjetividade andam lado a lado de um monte, um sistema político patético, nada favorece o "guarda"; ressocializar...rs...rs..rs.. O preso kkkkk é muita burrice acreditar na tão sonhada "lili", o governo gasta rios de dinheiros, mas a gestão prisional é muita maquiagem. Existem atores, figurantes e vários protagonistas neste cenário...Inúmeros; colarinho branco, paletó e gravata e a volta dos que não foram. Para uns o sistema é um holocausto, para outros é a Mina do Rei Salomão. Então, quem sobrevive? Os operadores são meros logomanos, ou seja, uma máquina para tratar de leões; muito bizarro! É claro. Mas, as entre linhas as grades ficam na incógnita, quem é o ser humano da "estória"? Ainda ouço o barulho da cadeado, o ruído do rato no silêncio da noite, o barulho intenso do tremores de grades...O ser humano é respeitado? Não é! Humilhados pela governamental, esquecidos e marginalizados pela sociedade.
Embora, o operário que apanha do lixo, lixeiro também é!
Assim, sonhador eu sou! Combustível para locomover e tentar reverter o quadro.
Alexandre Guerreiro

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